domingo, 6 de janeiro de 2008

Tradução

Recife é ponte, coqueiro, jambo, nego bom e caldinho de feijão. É praia, é mar, é sol, é noite e é vento.
É bolo de rolo, é carne seca, é passa de caju, é tapioca.
É o velho, é o novo.
É riqueza ladeada de pobreza.
Recife é Pernambuco, que é frevo, que é carnaval, alegria e tristeza. É cordel, maracatu, Galo da Madrugada, é Capiba.
É a feirinha de Bom Jesus, é a Casa da Cultura.
É o sorvete de manga da esquina, é o suco de graviola gelado.
É o queijo coalho, é o cachorro-quente de carne moída.
Se é Pernambuco, também é Candeias, Boa Viagem, Porto de Galinhas e Itmaracá.
É Casa Amarela, é Imbiribeira.
É "mainha", é "painho", é a galega, é o menino.
É o "visse?", é o "rapaz".
É Olinda, é Maracaípe, é o rio Capibaribe.
Recife é Pernambuco, celeiro de uma cultura. É João Cabral, Bandeira, Antonio Nóbrega. É Alceu, é mestre Salu.
Foi passagem de Clarice, Nelson Rodrigues e tanta gente.
É a fome e a comida.
É terra de Lampião, é sertão.

2 comentários:

Nana disse...

"Sertão é dentro da gente".
Minha amada amiga, que delícia essa viagem. Mas volta logo pra gente se abraçar forte!

Clara disse...

Recife é tudo isso e mais um pouco!!!!
Esqueceu do meu picolé de morango e da seriguela!!!
hahaha.. bjos para as meninas de lá!